Há 14 anos, Caicó perdia Manoel Torres de Araújo, referência de ética e compromisso público
Nesta quarta-feira, 15 de janeiro, completam-se 14 anos da morte de Manoel Torres de Araújo, ex-prefeito de Caicó e ex-deputado estadual, lembrado como uma das últimas grandes reservas morais da política potiguar. Seu Manoel Torres faleceu em 15 de janeiro de 2012, aos 93 anos, deixando um legado marcado pela honestidade, simplicidade e dedicação à vida pública.
Natural de Caicó, Manoel Torres construiu sua trajetória política profundamente ligada ao Seridó e às necessidades do povo caicoense. Foi prefeito do município em um período em que a gestão pública era marcada por poucos recursos, mas muita responsabilidade. À frente da Prefeitura, destacou-se pelo zelo com o dinheiro público, pela proximidade com a população e pela condução austera da administração, sempre pautada pelo respeito às instituições e pelo diálogo.
Além da atuação como prefeito, Manoel Torres também exerceu mandato como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, onde levou a voz do Seridó ao parlamento potiguar. No Legislativo, manteve a mesma postura que o consagrou na política municipal: firmeza de princípios, discrição e compromisso com causas coletivas, sem se deixar levar por interesses pessoais ou partidários.
Conhecido pelo trato simples e pela palavra direta, Seu Manoel Torres tornou-se referência ética em tempos nos quais a política ainda era vista como missão pública. Nunca esteve envolvido em escândalos ou denúncias, e sua imagem permanece associada à seriedade e à correção no exercício do poder.
Passados 14 anos de sua morte, Manoel Torres de Araújo segue vivo na memória de Caicó e do Rio Grande do Norte como exemplo de homem público que honrou os mandatos que recebeu. Seu nome permanece como símbolo de uma política feita com dignidade, respeito ao povo e compromisso com o bem comum.
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