quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Casa Durval Paiva arrecada doces para celebrar o Dia das Crianças

 


Doações serão destinadas à festa preparada para crianças e adolescentes acolhidos pela instituição

O Dia das Crianças está chegando e a Casa Durval Paiva já está preparando uma programação especial para celebrar a data com seus acolhidos. Para tornar esse momento ainda mais alegre, a instituição está arrecadando doces, guloseimas e sacolinhas de papel, para a comemoração.



A campanha convida empresas, parceiros, voluntários e toda a sociedade a participarem dessa corrente de solidariedade. Balas, pirulitos, chocolates e outros doces podem ajudar a transformar a celebração em um momento de diversão, carinho e boas lembranças para as crianças e adolescentes acolhidos pela Casa.

“Cada doação representa um gesto de carinho e mostra às nossas crianças que elas não estão sozinhas. Queremos proporcionar um Dia das Crianças cheio de alegria e, para isso, contamos com a solidariedade de todos que acreditam na nossa causa”, destaca Raryane Nascimento, coordenadora pedagógica da Casa Durval Paiva.

As doações podem ser entregues na recepção da Casa Durval Paiva, localizada na Rua Professor Clementino Câmara, 234, Barro Vermelho, em Natal/RN.

Mais do que doces, a campanha busca reunir gestos de afeto capazes de adoçar a infância e fortalecer a esperança. Afinal, pequenos gestos podem se transformar em grandes alegrias.

At.te

Michelle Phiffer

Assessora de Imprensa

Trio de empresários brasileiros transforma audiência digital em participação societária na Houser por meio de media for equity

 



Thiago Augusto, Luciano Augusto e Antonio Walter levam alcance, comunidade e capacidade de geração de demanda para sociedade em plataforma internacional avaliada em R$ 100 milhões

 

São Paulo, setembro de 2026 – Thiago Augusto, Luciano Augusto e Antonio Walter, fundadores do Jornada Hub, passaram a integrar a sociedade da Houser, plataforma internacional de serviços residenciais avaliada em R$ 100 milhões, por meio do modelo de media for equity. A operação coloca alcance digital, relacionamento com comunidades e capacidade de geração de demanda como ativos estratégicos na negociação por participação societária em uma empresa de tecnologia.

O media for equity é um modelo de negócio no qual ativos de comunicação e distribuição são utilizados para viabilizar uma participação societária. Em vez de concentrar a negociação apenas em capital financeiro, a empresa investidora contribui com alcance, mídia, influência ou capacidade de aquisição de clientes e, em contrapartida, recebe participação no negócio.

A operação com a Houser é resultado de uma trajetória construída no ambiente digital. A atuação do trio começou com o Jornada Top, plataforma voltada à tecnologia, ao marketing e ao desenvolvimento empresarial, e a partir da audiência formada nesse ambiente digital, os empresários ampliaram sua atuação para mentorias, networking estratégico e aceleração de empresas.

“A operação de cursos digitais chegou a movimentar cerca de R$ 70 milhões por ano, resultado que contribuiu para ampliarmos nossa atuação para um modelo de negócios baseado também em relacionamento, conexões empresariais e geração de oportunidades no mercado de tecnologia”, afirma Antonio Walter.

Atualmente, os canais digitais construídos pelo trio ao longo do Jornada Top registram alcance orgânico mensal estimado entre 140 milhões e 250 milhões de pessoas. Segundo os empresários, a capacidade de mobilizar esse público e transformá-lo em demanda foi um dos fatores considerados na negociação com a Houser.

“A audiência não é apenas um número de alcance. Quando existe relacionamento com uma comunidade e capacidade de gerar negócios, ela passa a ter valor estratégico para empresas que buscam crescimento”, acrescenta Thiago Augusto.

Case Houser

A Houser utiliza inteligência artificial, dados e tecnologia para conectar consumidores a profissionais homologados para serviços residenciais, com operação nos Estados Unidos, Panamá e Brasil. A entrada do Jornada Hub na sociedade representa uma aplicação prática do media for equity e demonstra como audiência e distribuição também podem ser convertidas em participação em negócios de tecnologia.

“Durante muito tempo, a audiência foi vista principalmente como um canal de divulgação. Hoje, quando existe uma comunidade construída e uma capacidade consistente de gerar demanda, esse ativo passa a fazer parte da estratégia de crescimento de empresas digitais. Foi esse valor que levamos para a negociação com a Houser”, destaca Luciano Augusto.

Além da atuação digital, o Jornada Hub mantém um hub físico em Jaú, no interior de São Paulo, criado para aproximar empreendedores e estimular conexões estratégicas entre empresas. O espaço também reúne iniciativas de mentoria e aceleração voltadas a empresários que buscam estruturação, crescimento e expansão.

Para Thiago Augusto, a operação demonstra como iniciativas construídas fora dos principais polos de tecnologia também podem gerar valor para empresas em expansão internacional.

“O que construímos no Jornada Hub conecta conteúdo, comunidade, tecnologia e negócios. A entrada na Houser mostra que esse trabalho pode gerar valor não apenas em produtos próprios, mas também na expansão de empresas digitais com potencial internacional”, conclui.

 

Sobre a Houser

Houser é uma plataforma de serviços residenciais que combina inteligência artificial, dados geoespaciais e tecnologia para conectar consumidores a profissionais homologados, oferecendo uma experiência mais segura, eficiente e inteligente na contratação de serviços para o lar.

A plataforma oferece 150 tipos de serviços residenciais, distribuídos em mais de 50 categorias, e conta com uma rede de mais de 100 mil profissionais homologados.

A segurança é parte central da proposta de valor, com background check dos profissionais, conta segura para transações e soluções de seguro associadas aos serviços, ampliando a proteção de consumidores e prestadores.

A companhia opera nos Estados Unidos, Brasil, Panamá e Paraguai, com expansão em andamento para a Índia.

 

 

 

Sobre o Jornada Hub

O Jornada Hub é um hub de negócios com atuação local, criado pelos empresários Thiago Augusto, Luciano Augusto e Antonio Walter, com iniciativas voltadas à educação digital, comunidade empresarial e mentorias de aceleração.

Thiago Augusto também integra a liderança do Jornada Top e atua como empreendedor digital especializado em tráfego orgânico, monetização online e estratégias de crescimento digital. Luciano Augusto é empresário, professor e criador de conteúdo digital, com atuação no Jornada Top, plataforma voltada à tecnologia, marketing e desenvolvimento empresarial no ambiente digital. Antonio Walter atua como empreendedor e investidor, com foco em expansão de negócios e novos mercados.

Entre as iniciativas ligadas ao Jornada Hub estão o Jornada Top, voltado à educação e ao desenvolvimento empresarial no ambiente digital, e a Mentoria, com foco em crescimento e aceleração empresarial, com curadoria e acompanhamento estratégico voltados à profissionalização, estruturação e expansão sustentável de negócios escaláveis.



Exposição de equipamentos eletrônicos antigos no IMD é prorrogada até 30 de setembro



Campanha de descarte de lixo eletrônico com ecotrailer também tem prazo estendido

“Uma verdadeira aula de campo de história”. É assim que André Ferreira, geólogo aposentado, resume a visita à exposição Tudo Isso Já Foi Futuro, em cartaz no Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN). Com o grande sucesso de público, a iniciativa promovida pelo Parque Tecnológico Metrópole Digital (Metrópole Parque), em parceria com a Natal Reciclagem, terá o período de visitação prorrogado até 30 de setembro. A mostra reúne mais de 800 equipamentos eletrônicos e tecnológicos que marcaram diferentes épocas.

Desde que foi aberta, em 8 de setembro, a exposição já recebeu centenas de visitantes. André Ferreira, 66 anos, aproveitou para levar o neto, de sete anos, que não conhecia boa parte dos itens em exibição. “Isso aqui era meu mundo. Quantas provas fiz que a professora rodava com o mimeógrafo? Mostrei para eles alguns celulares que tive. As televisões em preto e branco, como mudavam o canal. Não tinha controle remoto; você tinha que levantar lá e trocar. Então, meu objetivo aqui era mostrar para ele como era o passado”, conta.

A exposição também recebeu estudantes do Curso Técnico Integrado em Informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), Campus Parelhas. Para o estudante José Paulo Gambarra, 19 anos, os equipamentos desmontados foram um dos destaques da visita. “Como aluno de informática, foi muito legal ver os equipamentos por dentro, coisas que já tínhamos estudado em eletrônica. A televisão de tubo era imensa, então a gente não tem como projetar isso num quadro de sala de aula. Essa experiência abre sua cabeça, sua perspectiva”, afirma.

Já a atendente online Débora Tawane aproveitou o horário do almoço com os colegas de trabalho para conhecer a coleção de celulares, que reúne mais de 700 modelos distintos. “A gente meio que não lembrava muito das coisas antigas e rever é realmente é muito legal. Principalmente os telefones. Fiquei bem encantada com o guitarrinha que eu já tive, só que eu lembrava dele bem grande e é bem interessante vê-lo novamente, além das outras coisas também”, conta.

Destaques da exposição

Entre os itens em exibição estão uma réplica do primeiro telefone celular do mundo, computadores que chegaram ao Brasil na década de 1980, televisores das décadas de 1970 e 1980, câmeras fotográficas de diferentes períodos e telefones de mesa com mais de um século de história. Outro destaque é um rádio dos anos 1950 com funcionamento a válvula.

A visitação é gratuita e não exige agendamento individual. Para grupos, é necessário realizar agendamento prévio por meio de formulário eletrônico. A exposição funciona no hall do IMD, localizado no Campus Central da UFRN, de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, e aos sábados, das 7h às 12h.

Campanha de lixo eletrônico

O Ecotrailer instalado no estacionamento do IMD para a campanha de coleta de lixo eletrônico também teve o prazo estendido até 30 de setembro. Até o momento, já foram arrecadados mais de 850 quilos de resíduos eletrônicos. A expectativa é que pelo menos uma tonelada e meia seja destinada ao Ecotrailer até o encerramento da ação. Ao final da campanha, o valor agregado dos materiais coletados será doado à Liga Norte Riograndense Contra o Câncer. 

A ação recebe equipamentos eletroeletrônicos e eletrodomésticos de pequeno e médio porte, como celulares, computadores, notebooks, tablets, teclados, mouses, carregadores, cabos, fones de ouvido, roteadores, videogames, câmeras, liquidificadores, cafeteiras e ferros de passar, desde que caibam na abertura do coletor. Pilhas, lâmpadas e equipamentos de grande porte não devem ser depositados no Ecotrailer.

SERVIÇO

Exposição Tudo Isso Já Foi Futuro

Data: Até 30 de setembro de 2026

Local: Hall do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN)

Horário: segunda a sexta, das 7h às 22h; sábado, das 7h às 12h

Entrada: gratuita

Agendamento: necessário apenas para grupos

Formulário: bit.ly/Agendamento_TudoIssoJaFoiFuturo

Automedicação exige atenção mesmo com medicamentos de uso comum, alerta professora médica da Afya Paraíba

 

Uso sem orientação adequada pode provocar eventos adversos, interações medicamentosas e até retardar a investigação de sintomas persistentes

A facilidade de acesso a medicamentos faz com que dores de cabeça, febre, sintomas gripais e dores musculares sejam frequentemente tratados por conta própria. Embora muitos desses medicamentos sejam conhecidos e façam parte da rotina das famílias, isso não significa que sejam isentos de riscos. A segurança depende da indicação, da dose, do tempo de uso e, principalmente, das condições de saúde de cada pessoa. O alerta é da Médica de Família e Comunidade e professora da Afya Paraíba, Denise Mota Araripe Pereira Fernandes.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), em 2024, apontou que nove em cada dez brasileiros fazem uso de medicamentos sem prescrição. Entre os produtos mais utilizados estão analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios. Justamente por serem conhecidos e facilmente encontrados, muitas vezes são percebidos como medicamentos de pouco risco.

“São medicamentos que muitas pessoas têm em casa e que podem ser utilizados com segurança em diversas situações, mas isso não significa que o uso possa ser indiscriminado. A dipirona, por exemplo, costuma ser bem tolerada, mas pode causar reações adversas e exige atenção especialmente em pessoas com histórico de alergia ou contraindicações. O paracetamol, quando utilizado acima das doses recomendadas, pode provocar toxicidade hepática importante. Já os anti-inflamatórios merecem um cuidado especial, principalmente quando usados repetidamente ou por períodos prolongados”, explica.

Segundo a professora, a própria rotina contemporânea contribui para que sintomas recorrentes sejam tratados repetidamente com medicamentos, sem que se investigue o que está provocando aquela dor. Longos períodos diante das telas, pouca atividade física, sono inadequado, sobrecarga de trabalho e fatores ergonômicos podem estar associados a diferentes queixas musculoesqueléticas.

“Nesses casos, tomar repetidamente um medicamento pode até aliviar a dor naquele momento, mas não modifica necessariamente aquilo que está produzindo o sintoma. Quando a dor se torna frequente, precisamos sair da lógica de apenas silenciá-la e começar a perguntar por que ela está acontecendo.”

Dose e tempo de uso também fazem diferença

O risco aumenta quando a pessoa ultrapassa a dose recomendada, combina medicamentos sem conhecer suas possíveis interações ou mantém o uso por períodos prolongados sem reavaliação. Denise Mota destaca que anti-inflamatórios, corticoides e doses excessivas de paracetamol merecem atenção, assim como o uso simultâneo de diferentes medicamentos em pessoas que já fazem tratamento contínuo para doenças crônicas.

“Os anti-inflamatórios, por exemplo, podem aumentar o risco de lesão renal e sangramento gastrointestinal e também interferir no controle da pressão arterial em algumas pessoas. O risco não é igual para todo mundo. Uma pessoa idosa, alguém com doença renal, hipertensão, insuficiência cardíaca ou que utiliza outros medicamentos pode ter uma vulnerabilidade diferente daquela de uma pessoa jovem e saudável.”

Quando um medicamento não produz o efeito esperado, aumentar a dose ou prolongar o tratamento por conta própria não costuma ser a melhor resposta.

“Se o sintoma persiste, precisamos entender o motivo. Também é muito comum repetir uma receita ou um tratamento que funcionou anteriormente, mas sintomas parecidos podem ter causas diferentes. O medicamento que foi adequado para uma situação passada não necessariamente será a melhor escolha para o episódio atual.”

Outro cuidado importante envolve a combinação de medicamentos. As interações podem modificar a ação dos fármacos, aumentar o risco de eventos adversos ou interferir no tratamento de outras condições de saúde.

“A interação medicamentosa faz parte da nossa prática cotidiana, principalmente entre pessoas que utilizam vários medicamentos. Por isso, é importante que o profissional de saúde saiba tudo o que o paciente utiliza: medicamentos prescritos, aqueles comprados por conta própria e até produtos que a pessoa considera simples ou usa apenas de vez em quando.”

Alívio do sintoma não significa tratar a causa

Outro problema da automedicação é a possibilidade de retardar a investigação de sintomas que merecem avaliação. Ao conseguir um alívio temporário, a pessoa pode ter a impressão de que o problema foi resolvido e postergar a procura por atendimento.

A médica cita como exemplo sintomas digestivos recorrentes, como azia e queimação. O uso ocasional de um medicamento pode aliviar o desconforto, mas a repetição frequente desses sintomas merece avaliação, especialmente quando existem outros sinais associados.

“Quando um sintoma se repete, persiste ou começa a interferir na vida cotidiana, o mais importante não é simplesmente trocar o medicamento ou aumentar sua dose. É compreender o que aquele sintoma está nos dizendo. Aliviar uma dor ou uma azia é importante, claro, mas cuidar também significa procurar a causa quando aquela queixa deixa de ser episódica.”

Para Denise Mota, uma atitude bastante simples pode tornar as consultas mais seguras: conhecer e registrar os medicamentos utilizados no cotidiano. A pessoa pode anotar os nomes, as doses e a frequência de uso ou até levar fotografias das caixas e receitas para a consulta. Também devem entrar nessa lista os medicamentos utilizados apenas ocasionalmente.

“Costumo orientar que o paciente faça uma espécie de diário recordatório dos medicamentos: o que usa, em qual dose e com que frequência. Isso nos ajuda muito durante a consulta, porque permite enxergar associações, duplicidades e padrões de uso que às vezes nem o próprio paciente percebe. Medicamento é uma ferramenta valiosa para o cuidado, mas precisa ser usado com indicação, na dose adequada e pelo tempo necessário.”

A orientação, portanto, não é transformar medicamentos comuns em vilões, mas promover seu uso racional. Analgésicos, antitérmicos e outros fármacos têm papel importante no cuidado e no alívio de sintomas. O problema surge quando a familiaridade com esses produtos faz com que seus riscos sejam esquecidos ou quando o medicamento passa a substituir a investigação de uma queixa persistente.

“Autocuidado também envolve reconhecer os próprios limites. Existem situações simples que podem ser manejadas em casa, mas sintomas persistentes, recorrentes, intensos ou acompanhados de sinais de alerta precisam ser avaliados. O objetivo não é ter medo dos medicamentos. É aprender a utilizá-los de forma mais consciente e segura.”

Para Denise Mota, uma medida simples pode ajudar o paciente durante uma consulta: registrar os medicamentos utilizados no dia a dia. A recomendação é anotar os nomes dos produtos, as doses e a frequência de uso, incluindo aqueles tomados ocasionalmente. Esse histórico facilita a avaliação médica e ajuda a identificar possíveis associações ou padrões de uso que mereçam atenção.

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[VÍDEO] Jornalista da GloboNews classifica sessão histórica do STF como ‘velório’ da Corte



Vídeo: Reprodução/GloboNews

Em uma análise dura sobre a atual situação institucional do país, a condução e os desdobramentos da sessão história dessa terça-feira (15) do Supremo Tribunal Federal (STF), o jornalista e sociólogo Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews classificou-a como um verdadeiro “velório” da Corte. O episódio expôs fraturas profundas e um clima de total intranquilidade no tribunal, marcado por debates intensos e acusações cruzadas.

“Foi o velório do Supremo Tribunal Federal, o Supremo Tribunal Federal morreu. Nós tivemos momentos nessa sessão onde, no lugar de um tribunal superior, a impressão que se tinha era de uma reunião de gangsters rivais que lançavam acusações e insinuações criminais uns contra os outros. Nós tivemos também momentos farcescos, como quando Alexandre de Moraes atribuiu a Bolsonaro, a uma vingança de Bolsonaro à proposta de se investigar Alexandre de Moraes”, comentou Demétrio Magnoli. 

Entre os episódios apontados como farsescos, destacou-se o debate em torno de investigações cruzadas e a discussão sobre a atuação pregressa e contratos de advocacia ligados a figuras do próprio tribunal, levantando questionamentos sobre a separação entre a vida pública e privada de magistrados.

[VÍDEO] Wálter Maierovitch classifica defesa de Moraes como de “quinta categoria”



Vídeo: Reprodução/UOL

Em análise sobre a manifestação do ministro Alexandre de Moraes sobre um relatório da Polícia Federal, o jurista e colunista Wálter Maierovitch classificou a argumentação da defesa como de “quinta categoria”, apontando falta de sentido jurídico nas justificativas apresentadas.

Para o colunista, em vez de alegar perseguição e taxar as informações como falsas, o ministro deveria permitir a apuração integral dos fatos para o devido esclarecimento das dúvidas. “O Alexandre de Moraes, ele esqueceu da lógica jurídica, ou seja, do raciocínio jurídico, dos princípios que formam o raciocínio. Se ele fala, como falou em defesa prévia, nessa longa defesa prévia, se ele falou que está sendo perseguido, que tudo é mentira, qual é a lógica jurídica? Então, vamos apurar. Vamos deixar isso em pratos limpos”, comentou o jurista.

O comentarista do UOL disse ainda que a ‘jogada’ de Moraes é fraca. “Deu para perceber que essa jogada do Moraes é uma jogada de quinta categoria juridicamente, porque ele não apresenta e esquece o raciocínio jurídico, a lógica. Ele não quer apurar da verdade, ele não quer, ele não quer que se apure nada. E aí, contraria até o que ele coloca”, comentou o jurista. 

Maierovitch destaca ainda que aspectos processuais prévios, como irregularidades na pauta, alegações de suspeição, impedimento e eventuais falhas de quórum, podem ser levantados formalmente antes que ocorra a análise do relatório encaminhado pelo presidente Edson Fachin.

CALOTE: Femurn avalia pedir intervenção federal por atraso de R$ 260 milhões em repasses do Governo Fátima


Fotos: José Aldenir/AgoraRN e Eduardo Maia/AL

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) avalia pedir intervenção federal diante dos atrasos nos repasses constitucionais do Governo do Estado às prefeituras. Segundo a entidade, a dívida chegou a R$ 260 milhões. A medida foi discutida nesta terça-feira (15), em reunião com prefeitos.

A Femurn também decidiu recorrer ao Ministério Público do RN, Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público Federal para cobrar os valores. Mesmo com o repasse de cerca de R$ 137 milhões anunciado pelo Governo para esta quarta-feira (16), a Federação afirma que ainda restarão R$ 185 milhões pendentes.

“Virou rotina o atraso dos pagamentos referentes aos repasses constitucionais”, afirmou o presidente da Femurn, José Augusto Rêgo. Segundo ele, os atrasos comprometem compromissos das prefeituras, incluindo folha de pessoal. A entidade ainda pretende levantar possíveis pendências relacionadas ao IPVA.

Nova função do WhatsApp permitirá gerenciar até três contas no mesmo aparelho

 

                                                          Créditos: Shutterstock

O WhatsApp prepara suporte para ter até três contas em um mesmo celular. A função foi encontrada em desenvolvimento no WhatsApp Beta para iOS 26.37.10.15.

Atualmente, o WhatsApp permite gerenciar duas contas no mesmo aplicativo, o que pode ser útil para quem precisa alternar entre assuntos pessoais e de trabalho, por exemplo. Segundo o site WABetaInfo, o limite da função será ampliado para até três perfis.

A alternância entre contas acontece da mesma forma que antes, na seção de configurações. Ao tocar no nome de usuário exibido no topo da tela, a bandeja de contas conectadas é aberta na parte inferior. Agora com a atualização prevista, a exibição ocorre de até três perfis. Então, para trocar de um perfil para outro, basta fazer a seleção.

Se ter duas contas do WhatsApp já é um hábito para pessoas específicas, ter três contas é algo ainda mais de nicho. Mesmo assim, ao adicionar a capacidade no aplicativo, a Meta garante ainda mais versatilidade para quem usa o aplicativo.

Assim como acontece com as duas contas, os três perfis continuarão com histórico de conversas, notificações, preferências de privacidade, backup e mídia totalmente separados. Ao receber uma mensagem em uma determinada conta, ela será devidamente indicada nas notificações. Por enquanto, não há previsão para o lançamento do suporte para até três contas do WhatsApp.

Com informações do Estadão

Polícia Civil prende três suspeitos de envolvimento em sequestro e morte de empresário na Grande Natal



Créditos: Reprodução

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta terça-feira (15), uma operação vinculada à investigação sobre o sequestro e a morte de Marcelo Silva de Oliveira, no dia 1º de setembro de 2026, cujo corpo foi localizado na Grande Natal. As informações são do Portal da Tropical.

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Natal e três mandados de prisão, sendo dois no estado do Paraná e um na capital potiguar. As prisões realizadas no Paraná contaram com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar do Paraná (PMPR).

A investigação foi conduzida pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com apoio da PRF. "Os detalhes da operação e das investigações serão apresentados pela Polícia Civil do RN oportunamente, respeitando o andamento das diligências e os procedimentos previstos na legislação", informou a instituição.

O corpo do empresário foi encontrado no dia 1º deste mês, em uma cova com cerca de 4 metros de profundidade, em uma granja em Macaíba. Ele havia sido sequestrado dois dias antes, em São Gonçalo do Amarante, quando chegava em casa.

portal grande ponto.

 


Taís Araujo apresenta "Mudando de pele" no Teatro Riachuelo em Natal



Sucesso de público e crítica, o espetáculo dirigido por Yara de Novaes tem sessão única no dia 23 de outubro, às 21h, no Teatro Riachuelo. Vendas abertas


O espetáculo Mudando de Pele chega a Natal para uma apresentação única no dia 23 de outubro, às 21h, no Teatro Riachuelo. Protagonizado por Taís Araujo e dirigido pela premiada Yara de Novaes, o espetáculo marca o retorno da atriz aos palcos depois de 10 anos e tem ingressos à venda em uhuu.com ou na bilheteria do teatro.

A montagem teatral da autora inglesa Amanda Wilkin chega à capital potiguar com cinco indicações ao Prêmio Shell de Teatro e uma trajetória de sessões lotadas. Na narrativa contemporânea, o espetáculo aborda identidade, pertencimento e os caminhos de uma mulher em busca de si mesma.

No centro da história está Mayah, uma mulher de quase 40 anos que se sente inconformada por ter de reproduzir acordos sociais, emocionais e identitários que já não fazem sentido em sua vida. Movida pelo desejo de uma ruptura profunda, ela inicia uma travessia de autoconhecimento e transformação que se dá a partir do encontro com outras mulheres.

No palco, Taís divide a narrativa com duas musicistas: Dani Nega, que também assina a direção musical, e Layla, responsável por instrumentos tocados ao vivo, entre eles a kora africana, harpa tradicional dos povos da África Ocidental. A música se integra à dramaturgia e contribui para construir a atmosfera da jornada de Mayah.

A montagem tem produção da Quintal Produções, dramaturgismo de Nathália Cruz, cenografia de André Cortez, direção de movimento e colaboração artística de Cristina Moura e desenho de luz de Gabriele Souza. A produção local em Natal é da Bobox Produções.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Moraes busca colegas do STF para refutar vínculo com Vorcaro

 

                                                        Créditos: Luiz Silveira/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) buscou nos últimos dias colegas de Corte para se defender de uma eventual investigação sobre sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

A noticia é do blog de GUSTAVO URIBE. Nas conversas com ministros, o magistrado tem dito que, para além do contrato do escritório de Viviane Barci com o Banco Master, não havia mais elementos na investigação sobre o Banco Master.

O magistrado negou que tivesse uma relação de proximidade com o ex-banqueiro e que, por isso, não faria sentido prosseguir em uma investigação capitaneada pela Polícia Federal.

O rito da análise da terça-feira (15) deve ser definido ainda hoje pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. Moraes ainda avalia um pronunciamento nesta segunda-feira (14).

Nos bastidores da Suprema Corte, a chance de um pedido de vista pelos ministros Flávio Dino ou Cristiano Zanin é considerado provável. Isso, entretanto, não impede que os demais ministros antecipem os votos.

O placar desenhado como o mais provável é de 5 a 3 para o prosseguimento da investigação, sem os votos Alexandre de Moraes e de José Dias Toffoli, que pode se declarar impedido.

Integrantes da Suprema Corte também preveem o prosseguimento de investigação contra o ministro André Mendonça. Mas esta ficará para um segundo momento. A sessão para analisar o caso do relator do Banco Master foi marcada para dia 23.

Governo Lula perdoa R$ 1,2 bilhão em juros de dívidas de acordos com sete empresas que confessaram corrupção na Lava Jato


Foto: Adriano Machado/Reuters

O governo Lula (PT) concedeu uma redução de R$ 1,2 bilhão em juros de dívidas de sete empresas que firmaram acordos de leniência após confessarem atos de corrupção investigados pela Operação Lava Jato. Foram beneficiadas Odebrecht (Novonor), OAS (Metha e Coesa), Camargo Corrêa (Mover), Andrade Gutierrez, UTC, Engevix (Nova Participações) e Braskem.

De acordo com a reportagem da Folha de S. Paulo, a renegociação reduziu em mais de R$ 6 bilhões o passivo das companhias com a União. A maior beneficiada foi a Odebrecht, atualmente Novonor, que teve quase R$ 500 milhões em juros reduzidos e ainda conseguiu estender o prazo de pagamento das parcelas até 2048.

Para seis das sete empresas, a repactuação representou uma redução de cerca de 50% do valor originalmente previsto nos acordos. Outro benefício foi a autorização para utilizar créditos tributários na quitação das dívidas, permitindo a compensação de R$ 4,4 bilhões.

Também foram excluídas multas que somavam R$ 103,5 milhões. A redução dos juros ocorreu após a troca da Selic pelo IPCA na atualização dos valores devidos até 31 de maio de 2024. Depois desse período, a Selic voltou a ser aplicada.

A repactuação ocorreu no âmbito da ADPF 1.051, processo apresentado no Supremo Tribunal Federal (STF) por PSOL, Solidariedade e PCdoB para pedir a revisão de acordos de leniência firmados durante a Lava Jato. O caso ficou sob relatoria do ministro André Mendonça, que validou os novos acordos em 2025. O ministro André Mendonça foi procurado pela reportagem da Follha de S. Paulo, mas não se manifestou.

As negociações foram conduzidas pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pela Advocacia-Geral da União (AGU). A CGU afirma que não houve perdão das dívidas nem redução das sanções, mas uma mudança nas condições de pagamento. Segundo o órgão, as empresas comprovaram dificuldades financeiras e a repactuação aumentaria as chances de recuperação dos valores pela União.

A Novonor afirmou que a repactuação não concedeu desconto sobre o valor contratual, mas promoveu um ajuste retroativo da taxa de juros e permitiu a utilização de créditos de prejuízo fiscal para amortizar a dívida. A empresa destacou que a legislação permite o uso desses créditos em percentual de até 70%, mas que o acordo estabeleceu limite de 50%.

A UTC afirmou que aproximadamente 35,24% da redução decorreu do pagamento de R$ 314,2 milhões com créditos de prejuízo fiscal, enquanto cerca de 14% corresponderam à redução de juros e multa. Segundo a empresa, a renegociação mantém impacto financeiro relevante.

A Nova Participações, ex-Engevix, informou que desde 2016 passa por um processo de reestruturação operacional, aprofundado após o acordo de leniência firmado em 2019.

A Andrade Gutierrez afirmou que vem cumprindo integralmente as condições dos acordos.

O Grupo Mover, ex-Camargo Corrêa, informou que não iria se manifestar.

Coesa e Metha, empresas resultantes do desmembramento da OAS, não responderam às tentativas de contato.

NOTA: A Braskem diz que cumpriu "todas as obrigações financeiras e operacionais previstas no acordo, promovendo um amplo fortalecimento de sua governança corporativa e de seu sistema de conformidade".

Com informações de Follha de S. Paulo

“ASSUMAM QUE ESTÃO FERRADOS”: Gilmar Mendes e Kassio Nunes trocam acusações pelo WhatsApp


Foto: Montagem O GLOBO

A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) saiu do plenário e foi parar no WhatsApp. Em uma troca de mensagens, Gilmar Mendes cobrou que Kassio Nunes Marques abrisse as próprias contas e se afastasse dos processos relacionados ao Caso Master.

“Assumam que estão ferrados e saiam dos processos. Abram as contas”, escreveu Gilmar. Kassio reagiu: “Me respeite, Gilmar. Isso não é postura”.

Gilmar subiu ainda mais o tom. “Não julguem, porra. Não respeito a quem não se dá respeito. Você tem de sair do TSE também”, afirmou. Kassio respondeu que não falaria com quem não o respeitasse e disse que abriria as contas “com o maior prazer”.

De acordo com a coluna de Andreza Matais, Gilmar suspeita que houve uma atuação combinada entre André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques no julgamento que afastou Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal. Fux e Kassio apresentaram seus votos com apenas quatro minutos de diferença, mesmo após um pedido de vista de Gilmar.

O decano também acusa Mendonça de ter ignorado mensagens do celular de Daniel Vorcaro que atingiriam outros ministros para garantir apoio às decisões tomadas no Caso Master. Mendonça e Fux negam as suspeitas.

A cobrança sobre as contas de Kassio ocorreu após a divulgação de mensagens nas quais Vorcaro foi informado sobre um suposto pagamento de R$ 500 mil a Kevin Nunes Marques, filho do ministro. Kassio nega que o filho tenha trabalhado para o Banco Master. Depois da reportagem, ele se declarou impedido de participar do julgamento sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes.

[VÍDEO] “ALEGAÇÃO CHEGA A SER PATÉTICA”: Moraes diz que relatórios de inteligência são oficiais e nega que PH tenha feito monitoramento de ministros do STF



O ministro Alexandre de Moraes chamou de “patéticas” alegações do colega André Mendonça sobre o suposto monitoramento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pela Polícia Federal (PF).

A fala se deu durante a sessão desta terça-feira (15) que analisa o pedido de abertura de investigação contra Alexandre de Moraes em razão da revelação da troca de mensagens entre ele e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Mendonça afirmou que haveria um relatório de inteligência ilegal, que seria resultado de monitoramento e coleta seletiva de dados por uma espécie de “PF paralela”. Para ele, o documento não teria valor probatório. Moraes rebateu a argumentação e afirmou que os relatórios de inteligência são oficiais e que não houve monitoramento. O ministro também disse que as alegações reforçam a necessidade de um julgamento conjunto do caso.

[VÍDEO] BARRACO: “Me respeite”: Gilmar e Mendonça elevam o tom em bate-boca no STF


Durante a sessão do STF que analisa nesta terça-feira (15) a abertura de investigação sobre as mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, Gilmar Mendes e André Mendonça protagonizaram mais um bate-boca no plenário.

Ao defender o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Gilmar classificou como “leviandade” as ilações contra ele e falou em “sentimento policialesco”. Mendonça levantou o tom de voz e reagiu. Gilmar rebateu: “É impressionante a desfaçatez desse sujeito. A desfaçatez de Vossa Excelência. Me respeite, ministro André”. Mendonça respondeu: “Aqui não tem choro, não. Respeite”. Flávio Dino chegou a cobrar uma intervenção do presidente Edson Fachin.