sexta-feira, 10 de julho de 2026

R$ 409 MIL: Deputado do PT usa verba do gabinete para pagar aluguel de imóvel de assessora


Foto: Larissa Navarro/Alesp

O deputado estadual de São Paulo Luiz Fernando Teixeira (PT) já destinou R$ 409,5 mil da verba da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para pagar o aluguel de um imóvel pertencente a uma assessora do próprio gabinete.

Segundo levantamento divulgado pelo Metrópoles, o gabinete do parlamentar aluga o imóvel de Ana Paula Rossetto desde março de 2019. Em janeiro de 2025, Ana Paula passou a integrar a equipe do deputado em um cargo comissionado, com salário mensal de R$ 8,3 mil.

Somando os valores de aluguel e remuneração até maio de 2026, último registro disponível no Portal da Transparência, os pagamentos chegam a R$ 550,8 mil destinados à assessora.

Ana Paula é filha da vereadora de São Bernardo do Campo Ana do Carmo (PT), ex-deputada estadual por quatro mandatos. Em 2025, ela foi homenageada na Alesp em uma sessão presidida pelo próprio Luiz Fernando Teixeira.

Ao Metrópoles, o gabinete do deputado afirmou que a contratação da assessora ocorreu mais de cinco anos após o início do aluguel e declarou que “não há nenhuma relação entre os dois casos”.

Funcionário com salário de R$ 1,9 mil tinha imóvel de R$ 2,5 milhões, diz MPRN em denúncia por lavagem de dinheiro e sonegação


Foto: Divulgação/MPRN

O Ministério Público do RN denunciou dois investigados na Operação Emirados, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ligado a empresas distribuidoras de alimentos e bebidas.

A Justiça potiguar aceitou a denúncia, e Marcello Brunno Moreno Moreira e Abraão Lourenço de Queiroz passaram a responder como réus por lavagem de dinheiro.

Segundo o MPRN, a investigação identificou um patrimônio de cerca de R$ 3,5 milhões em nome de Abraão, que atuava como auxiliar de contabilidade e contador.

Ainda conforme o Ministério Público, o funcionário tinha salário declarado de R$ 1.954 e teria registrado bens em seu nome para ocultar patrimônio que, segundo a apuração, pertenceria ao empresário investigado.

Entre os bens apontados está um imóvel em um condomínio de luxo em Parnamirim, avaliado em R$ 2,5 milhões, além de um veículo estimado em aproximadamente R$ 800 mil.

O MPRN afirma que o grupo investigado teria causado prejuízo superior a R$ 15 milhões ao Estado em tributos inscritos em dívida ativa. A denúncia pede a condenação dos réus e a perda dos bens apontados na investigação.

Patrimônio milionário

A Operação Emirados, deflagrada pelo MPRN e pela Polícia Civil no dia 23 de junho passado, investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, associação criminosa e falsidade ideológica que teria causado prejuízos superiores a R$ 72 milhões aos cofres públicos.

Segundo o MPRN, o grupo investigado teria usado empresas de fachada e bens registrados em nome de terceiros para ocultar patrimônio. A Justiça determinou o bloqueio de quase R$ 73 milhões em bens, incluindo 18 imóveis e uma lancha.

Durante a operação, foram apreendidos mais de R$ 90 mil em espécie, além de moedas estrangeiras, joias e equipamentos eletrônicos. A investigação também aponta veículos e imóveis de luxo, como um carro de cerca de R$ 800 mil e um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões, registrados em nome de terceiros.

Virginia: servidores do MP se infiltraram entre clientes para investigação


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Foto: Reprodução

Servidores do MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) se “infiltraram” entre clientes da Blaze para levantar provas para compor a ação civil pública apresentada pelo órgão contra a casa de apostas e a influenciadora e empresária Virginia Fonseca.

O processo de 855 páginas obtido pela CNN Brasil detalha como foi a ação da Promotoria do Consumidor.

“O objetivo foi monitorar as comunicações promocionais e de marketing da operadora, garantindo a preservação da cadeia de custódia digital dos documentos obtidos. Foram incorporados aos autos e-mails publicitários enviados pela Blaze, capturados em formato PDF a partir da interface web do serviço Gmail. A extração preservou os metadados verificáveis, incluindo endereços de remetente e destinatário, data, hora, conteúdo integral e a identificação da operadora no rodapé”, aponta o promotor Paulo Binicheski, responsável pela peça.

Cadeia de custódia é o caminho documentado de uma prova. Ela registra o histórico de uma evidência desde o momento em que é encontrada no local de um crime até o seu descarte final. Isso garante que a prova não foi trocada ou alterada.

O MP diz que os documentos evidenciam que a Blaze adota uma estratégia sistemática de envio ostensivo e direcionado de e-mails aos consumidores cadastrados. “A prática incentiva ativamente a realização de apostas por meio de ofertas com linguagem persuasiva, senso de urgência artificial e promessas de benefícios com elevado apelo comercial”, explica.

A Promotoria também aponta que em todos os casos analisados as condições essenciais de elegibilidade e ativação das ofertas foram relegadas ao rodapé das mensagens, em tipografia “visivelmente inferior”. Para o MP, essa prática configura, em tese, publicidade enganosa por omissão, nos termos do art. 37, § 3º, do Código de Defesa do Consumidor.

A ação do MP

O MPDFT ajuizou nesta quinta-feira (9) uma Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência contra a plataforma de apostas Blaze e a influenciadora Virginia Fonseca e pede uma indenização de R$ 120 milhões.

O MP acusa ambos de adotar práticas publicitárias abusivas para atrair consumidores às apostas esportivas durante a Copa do Mundo. A ação sustenta que a empresa utilizou estratégias de marketing capazes de induzir o público ao jogo por meio da promessa de ganhos fáceis, publicidade considerada enganosa e uso de influenciadores digitais de grande alcance para estimular as apostas.

CNN

Morre Júnior Banana, um dos maiores nomes do bicicross do RN

 

                                                 Créditos: Reprodução Instagram

O esporte potiguar está de luto. Morreu na noite desta quinta-feira (9) o piloto de bicicross José Maria Lima Júnior, conhecido como Júnior Banana, de 50 anos, após sofrer uma queda durante um treinamento em Mossoró.

O acidente aconteceu na pista de bicicross localizada em frente ao novo Fórum, no bairro Costa e Silva. Equipes do Samu foram acionadas, mas o atleta morreu ainda no local. 

A Polícia Civil informou que vai instaurar um inquérito para apurar o caso. O corpo será submetido a exames periciais, que deverão esclarecer a causa da morte. Informações preliminares apontam que Júnior Banana havia retornado recentemente de uma competição nacional de bicicross e treinava quando ocorreu o acidente.

Reconhecido como um dos principais nomes do bicicross no RN, Júnior Banana construiu uma trajetória de destaque em competições estaduais e nacionais e se tornou referência para gerações de atletas.

No mês passado, recebeu o título de cidadão mossoroense em reconhecimento aos anos dedicados ao esporte e à cidade.

Ao agradecer a homenagem, o atleta escreveu que se tornava “oficialmente um cidadão mossoroense com muito orgulho” e prometeu retribuir o carinho recebido. A morte provocou forte comoção entre familiares, amigos e integrantes da comunidade esportiva, que passaram a prestar homenagens nas redes sociais.

Com informações de Blog do BG

Vorcaro pagou até R$ 2 milhões para influenciadores atacarem Banco Central

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Foto: Reprodução 

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, enviou pagamentos de até R$ 2 milhões para influenciadores digitais atacarem o BC (Banco Central) nas redes sociais, segundo investigação da PF (Polícia Federal).

A 10ª fase da Operação Compliance Zero, realizada na última quinta-feira (9) e autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), investigou indícios de atuação coordenada em redes sociais voltada, em tese, a comprometer a credibilidade da atuação do BC, instituição que determinou a liquidação do Master em novembro do ano passado.

O magistrado emitiu dois mandados de busca e apreensão em Brasília. Na determinação, Mendonça destaca que os investigadores apontaram que Vorcaro utilizou fundos das fraudes do banco liquidado para realizar uma campanha de desinformação na mídia, chamada de “Projeto DV”.

De acordo com as investigações da PF, Vorcaro haveria intimidado e coagido influenciadores que recusaram as ofertas. Além disso, jornalistas e pessoas ligadas a autoridades públicas também foram ilicitamente monitoradas

A operação ainda analisou a atuação da possível organização criminosa para a obtenção indevida de informações sigilosas e a adoção de medidas destinadas a interferir em investigações criminais.

Alvos da operação

Segundo apuração da CNN Brasil, um dos alvos da operação da PF foi Thiago Miranda, dono da Miranda Comunicação, também conhecida como Agência MiThi. Na decisão, foi autorizada a busca e apreensão em endereços ligados ao suspeito.

Na decisão, Mendonça destacou o caráter urgente da medida no intuito de evitar a perda de provas digitais e a gravidade de condutas que poderiam interferir nas investigações do caso.

Mensagens trocadas entre Miranda e Vorcaro mencionam formas de buscar informações privadas sobre a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, na tentativa de impedir a produção de novas reportagens sobre o Banco Master.

CNN

Mulher se aproveita de campanha para ajudar bebê e aplica golpes via PIX na Grande Natal

 Uma mulher, de 45 anos, foi presa em flagrante suspeita da prática do crime de estelionato, ocorrido em Extremoz. A prisão aconteceu nessa quarta-feira (8), em uma instituição de ensino na zona Oeste de Natal. De acordo com as investigações, a suspeita utilizava imagens de uma recém-nascida internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal para aplicar golpes e solicitar transferências via PIX. 

Guias e documentários de viagens

A família da bebê havia divulgado uma campanha exclusivamente para incentivar a doação de sangue. No entanto, a suspeita se apropriou das fotografias da campanha e passou a promover uma falsa arrecadação de dinheiro.

Para convencer as vítimas, a suspeita afirmava que os recursos seriam destinados à avó da criança, apresentada falsamente como auxiliar de serviços gerais da escola onde trabalhava, e solicitava que os valores fossem enviados para sua própria chave PIX.

Após tomar conhecimento de uma nova publicação feita pela suspeita por meio do aplicativo WhatsApp, solicitando doações, a equipe policial realizou diligências, localizando e prendendo a suspeita em uma instituição de ensino, no bairro Cidade da Esperança, em Natal.

Durante a abordagem, os policiais apreenderam o aparelho celular utilizado para divulgar as mensagens fraudulentas e manter contato com as vítimas. A mulher foi conduzida à delegacia onde foi autuada em flagrante pelo crime de estelionato. Em seguida, foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

portal grande ponto.

Flávio diz que Michelle Bolsonaro entrará na campanha no “tempo dela

 

                                                            Créditos: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal) disse que está aguardando o “tempo” que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro “achar que é o suficiente” para entrar na campanha dele.

Campanhas e eleições

“Eu estou sempre aberto aqui a conversar, sempre esperando o tempo que ela achar que é o suficiente para estar com a gente na campanha, vestindo a camisa, porque eu tenho certeza que a Michelle pensa igual a mim”, disse o parlamentar.

“Tem que estar todo mundo junto para combater esse inimigo do Brasil que é o atual governo”, acrescentou.

A declaração ocorre poucos dias após a ex-primeira dama expor, em vídeos publicados nas redes sociais, um atrito com o enteado. O desentendimento surgiu após uma discordância sobre o acordo envolvendo o ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PSDB), pré-candidato ao governo do Ceará.

“Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone e eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante e então eu me recolhi”, afirmou a ex-primeira-dama.

No mesmo dia da publicação, Flávio rebateu às acusações: “Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez peço desculpas”.

Cerca de cinco dias depois, Michelle anunciou sua saída da presidência do PL Mulher após uma reunião com o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto. O motivo citado por ela, é a vontade de se dedicar exclusivamente aos cuidados do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.

CNN