sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Marido acusado de agredir técnica de enfermagem é solto após audiência de custódia

 

                                                               Créditos: Reprodução

O servidor público Vanderlan Maia dos Santos, de 47 anos, preso em flagrante após uma denúncia de agressão contra a esposa, passou por audiência de custódia na tarde desta quinta-feira (3) e não permaneceu preso. Com informações do Portal da Tropical.

A Justiça concedeu liberdade provisória, com a aplicação de medidas protetivas de urgência em favor da vítima.

A informação foi confirmada ao portal por Luiz Reinaldo de Freitas, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN).

Denúncia de agressão

Vanderlan havia sido preso após a técnica de enfermagem Ingrid Katerine denunciar ter sido agredida por ele, em Parnamirim.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais depois que Ingrid publicou um vídeo mostrando os ferimentos e relatando o que teria acontecido. Ela aparece com o rosto machucado, olho roxo e lábio inchado, além de marcas no pescoço e outros ferimentos pelo corpo.

Segundo o relato da vítima, ela teria levado um soco e sido sufocada durante uma discussão envolvendo um carro da família.

Após a agressão, Ingrid procurou atendimento médico e registrou a ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Parnamirim, onde também passou por exame de corpo de delito.

O caso segue sendo investigado. A decisão da audiência de custódia estabelece que o investigado responda ao processo em liberdade, sob as medidas protetivas determinadas pela Justiça.

Investigado na Operação Emirados fecha acordo com o MP e vai devolver R$ 11,2 milhões ao RN

 

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O empresário Marcello Moreno, proprietário da Rede de Postos Expresso e da Expresso Distribuidora, firmou acordo para devolver R$ 11,2 milhões aos cofres públicos do Rio Grande do Norte. Ele é investigado na Operação Emirados, que apura um esquema de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal estimado em cerca de R$ 72 milhões na Região Metropolitana de Natal.

A devolução do valor está prevista nas medidas de colaboração firmadas entre o empresário e o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). A investigação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (GAESF), que identificou irregularidades responsáveis por prejuízos milionários ao estado.

Marcello Moreno foi preso no dia da deflagração da operação, no fim de junho deste ano. Durante a ação, foram apreendidos em sua casa mais de R$ 90 mil em espécie, além de dólares, euros, joias, documentos, celulares e computadores.

A Operação Emirados apura a atuação de um grupo suspeito de usar empresas de fachada e "laranjas" para esconder os reais beneficiários de recursos ilícitos e, dessa forma, deixar de recolher tributos estaduais. Segundo o MPRN, o esquema de fraudes envolvia estabelecimentos dos setores de postos de combustíveis e atacadista de alimentos.

Pelo acordo firmado, o empresário se comprometeu a ressarcir os cofres públicos no prazo de até 150 dias. O valor inclui o depósito imediato de quantias em espécie apreendidas durante o cumprimento das medidas cautelares, além de saldos que já estavam bloqueados por determinação judicial.

Para completar os R$ 11,2 milhões, Marcello Moreno terá que vender bens do próprio grupo empresarial, incluindo empresas, equipamentos e imóveis de alto padrão. A venda será conduzida diretamente pelo investigado, mediante avaliação especializada, e os recursos obtidos serão destinados à devolução do dinheiro aos cofres públicos.

MÁRIO SABINO: Moraes acha que pode boiar no mar de lama enquanto afoga o STF na imundicie, diz colunista

Foto: Nelson Jr./STF

colunista Mário Sabino, do Metrópoles, fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes por usar um relatório de inteligência da Polícia Federal para levantar suspeitas contra o também ministro do STF André Mendonça.

Sabino afirma que o documento é “apócrifo”, não tem valor como prova e apresenta indícios de ter sido produzido com auxílio de inteligência artificial. Mesmo assim, afirma o colunista, Moraes tratou o material como relatório oficial da inteligência da PF ao apontar supostas irregularidades cometidas por Mendonça.

As acusações envolvem suposta interferência no trabalho policial, condução irregular de tratativas para colaborações premiadas e direcionamento de investigações que poderiam atingir Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Sabino também questiona a origem do documento e levanta três perguntas: quem determinou a produção do relatório, por que o material não tem identificação formal e por que teria sido encaminhado diretamente a Moraes, e não à Presidência do STF.

Para o colunista, o episódio ocorre em meio ao desgaste provocado pelas revelações do caso Banco Master e pelas informações sobre a relação de Moraes com Daniel Vorcaro.

Sabino cita ainda as suspeitas levantadas sobre um instituto ligado a André Mendonça. Segundo o ministro, o Banco Master chegou a oferecer patrocínio à entidade, mas a proposta foi recusada. As contas do instituto foram verificadas e, até o momento, não foi apontado recebimento de recursos do banqueiro.

[VÍDEO] MALU GASPAR: Moraes acusa Mendonça de fazer no STF o que ele próprio faz no inquérito das fake news


A jornalista Malu Gaspar disse na Globo News que Alexandre de Moraes acusa André Mendonça de práticas semelhantes às que ele próprio adota na condução do inquérito das fake news.

Ela afirma que Moraes acusa Mendonça de interferir e direcionar investigações enquanto ele próprio é alvo de críticas há anos pela forma como conduz o inquérito das fake news.

“Quase um espelho”, resume a jornalista.

Malu ressalta que Moraes usou justamente esse inquérito para acusar Mendonça de deturpar investigações, direcionar apurações e abusar dos poderes de ministro do STF.

O ponto levantado pela jornalista é que, no inquérito das fake news, Moraes acumula a função de relator com a determinação de diligências e outras providências de ofício, sem provocação prévia da Polícia Federal ou da Procuradoria-Geral da República.

BG

Fachin defende urgência para encerrar inquérito das fake news e criação de um código de ética em meio à crise no STF


Foto: Rosinei Coutinho/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta sexta-feira (4) o fim do inquérito das fake news e afirmou que a atual crise na Corte reforça a urgência da medida.

Durante cerimônia no Palácio do Planalto, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fachin também defendeu a criação de um código de ética para o STF e a modernização do sistema de Justiça.

“Os acontecimentos recentes demonstram o acerto e a urgência de três metas de nossa gestão: a adoção de um código de ética, o fim do inquérito das fake news e a modernização do sistema de justiça”, afirmou.

Fachin disse que os fatos recentes envolvendo ministros do STF serão apurados e garantiu que a Corte seguirá os procedimentos legais.

“A gravidade dos fatos não autoriza atalhos, ao contrário, quanto maior o desafio, maior deve ser o compromisso com a legalidade, o devido processo e as garantias constitucionais.”

O presidente do STF acrescentou que a resposta da Corte será “firme, proporcional e rigorosa” e que não haverá “precipitação, tampouco omissão”.

A declaração ocorreu após Fachin retirar do inquérito das fake news um pedido de Alexandre de Moraes para investigar o ministro André Mendonça. O caso será analisado no procedimento que trata dos desdobramentos do relatório da Polícia Federal sobre as relações de Daniel Vorcaro, ex-presidente do Banco Master, com integrantes do sistema de Justiça.

A crise no STF se intensificou após Mendonça retirar o sigilo de um relatório da PF que reúne mensagens entre Vorcaro e Moraes. Em seguida, Moraes pediu a Fachin a abertura de uma investigação contra Mendonça, apontando possíveis irregularidades na condução das apurações.

Fachin determinou que Moraes, Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, prestem esclarecimentos em cinco dias antes de decidir sobre os próximos passos.

Senadores articulam pedido de impeachment contra Mendonça com base em relatório de Moraes


Foto: Antonio Augusto/STF

Senadores articulam um possível pedido de impeachment contra o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base nos relatórios da Polícia Federal divulgados por decisão de Alexandre de Moraes.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o argumento seria de que Mendonça teria conduzido de forma parcial investigações envolvendo autoridades como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com quem mantém divergências desde a indicação do ministro ao STF, em 2021.

Na decisão em que pediu providências contra Mendonça, Moraes citou a Lei do Impeachment e afirmou haver indícios de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade. Entre as acusações está o suposto direcionamento de investigações contra Moraes e Alcolumbre por “motivos pessoais e políticos”.

Interlocutores de Alcolumbre avaliam que um pedido de impeachment pode se tornar uma resposta do Senado à crise institucional envolvendo o STF. Ainda não há definição sobre quem apresentaria a iniciativa.

A avaliação de aliados do presidente do Senado é que seria preferível que o pedido partisse de alguém de fora da Casa, como um advogado, jurista ou entidade. Dessa forma, Alcolumbre manteria a possibilidade de decidir se o processo seria levado adiante.

O receio é que, caso um pedido contra Mendonça seja colocado em votação, o Senado também seja pressionado a analisar pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes.

Com informações da coluna de Mônica Bergamo – Follha de S. Paulo

[VÍDEO] “O SENTIMENTO DO BRASILEIRO É DE IMPOTÊNCIA E VERGONHA DO STF”: BG comenta crise do STF e diz que Alexandre de Moraes “faz o que quer e fica por isso mesmo”


No programa “Meio Dia RN” desta sexta-feira (4), BG comentou a crise que atinge o Supremo Tribunal Federal (STF) após as revelações envolvendo mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro. Em tom indignado, o apresentador disse que o episódio expõe um cenário que provoca no brasileiro um forte sentimento de impotência diante dos acontecimentos na mais alta Corte do Brasil.

“O sentimento do brasileiro, nesse momento, nunca foi tão grande como esse que eu vou falar agora: impotência. Todos nós estamos nos sentindo impotentes. A gente está vendo um cidadão, há alguns anos, nesse país, fazer o que quer e bem entende e ficar por isso mesmo”, afirmou ele, fazendo referência ao ministro Alexandre de Moraes.

Associação de delegados faz duras críticas a Gilmar Mendes e diz que Polícia Federal não é responsável por problemas do STF


Foto: Antônio Augusto/STF

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) criticou duramente a proposta do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de retirar delegados da Polícia Federal que atuam nos gabinetes de ministros da Corte.

Em nota, o presidente da entidade, Edvandir Paiva, classificou a postura do ministro como “lamentável” e afirmou que os policiais não podem ser responsabilizados pelos problemas enfrentados pelo STF.

Segundo a associação, os delegados são mantidos nos gabinetes por sua experiência técnica e auxiliam os ministros na compreensão de questões relacionadas a investigações policiais.

Atualmente, delegados da PF trabalham nos gabinetes de André Mendonça, Alexandre de Moraes e Luiz Fux. O STF afirma que a atuação desses profissionais é de assessoramento e não se confunde com as funções institucionais da Polícia Federal.

A discussão ocorre em meio à crise envolvendo as investigações do Banco Master e ao conflito entre Mendonça e integrantes da cúpula da PF.

BLINDAGEM: PF diz que AGU evitou confronto com Mendonça para “preservar relação”


Foto: Luiz Silveira/STF; José Cruz/Agência Brasil

A Polícia Federal afirmou que a Advocacia-Geral da União (AGU) decidiu não recorrer ao Supremo Tribunal Federal contra decisões do ministro André Mendonça para evitar desgaste na relação entre ele e o advogado-geral da União, Jorge Messias.

A informação consta em relatórios da PF divulgados nesta quinta-feira (3). Segundo os documentos, a “preservação de relação política” entre Messias e Mendonça teria sido um dos fatores considerados pela AGU. O relatório também cita manifestações públicas de apoio de Mendonça à indicação de Messias para o STF e a proximidade religiosa entre os dois.

A PF aponta ainda outras três possíveis razões para a decisão: entendimento jurídico de que os recursos não seriam cabíveis, cautela para evitar confronto com um ministro do STF e uma avaliação política do governo, já que as investigações envolviam Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Os documentos foram usados por Alexandre de Moraes para fundamentar um pedido de investigação contra Mendonça por suspeitas de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. O presidente do STF, Edson Fachin, determinou que Moraes, Mendonça, Messias e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, prestem esclarecimentos em cinco dias.

Moraes acusa Mendonça de conduzir de forma parcial investigações sobre fraudes no INSS e o Banco Master e de ter direcionado apurações contra autoridades por motivos pessoais e políticos. Mendonça ainda não se manifestou sobre as acusações.

EDITORIAL FOLHA DE S. PAULO: Moraes ataca Mendonça e acerta a República


Foto: Adriano Machado/Reuters

Na República vigora a impessoalidade. Defenda-se de quem o acusa, apresente os seus argumentos diante das imputações da outra parte. Um juiz imparcial, após o devido processo, decidirá o direito. O ministro Alexandre de Moraes atingiu a República ao alvejar seu colega André Mendonça.

Em vez de expor argumentos ante os gravíssimos indícios de promiscuidade com o maior fraudador bancário da história nacional, levantados pela Polícia Federal, preferiu usar superpoderes em causa própria e metralhar o juiz que presidiu a elaboração do relatório. Para isso acionou mais uma vez a anomalia jurídica que, com a cumplicidade dos seus pares, cultiva desde 2019 —o inquérito da autoproteção, mal denominado “das fake news”.

A institucionalidade deu lugar à pistolagem. Moraes afirma na sua peça, sustentada em relatórios de valor probatório para lá de duvidoso de agentes da PF, que Mendonça exorbitou das suas prerrogativas, direcionou o inquérito e agiu sob motivação partidária.

Não pôde repetir o tratamento conferido a críticos menos ilustres —restrição de liberdades, censura, violação do sigilo de fonte. Mas chegou perto. No subtexto, acusa o colega de conspirar contra a democracia.

O ato diversionista de Moraes não muda a sua situação. Um facínora manteve um contrato extravagante, de R$ 131 milhões, com o escritório da família do ministro enquanto saqueava o sistema financeiro nacional e corrompia à direita, ao centro e à esquerda.

Mensagens que tinham o condão tecnológico de apagar-se após a visualização mostram uma intensa troca com o ministro às vésperas da prisão do arremedo de banqueiro. A família Moraes desfrutava do jato do fraudador, e seus filhos usufruíam de cartões de crédito do Banco Master.

Não parece ter passado pela cabeça do magistrado a opção de sustentar, à luz do sol, que as informações que o desabonam estariam erradas, que jamais atuou em prol dos interesses do dono do Master nem trocou as mensagens que têm sido imputadas a ele em relatório policial; ou o porquê de Daniel Vorcaro ter escolhido sua esposa para representá-lo por meio de um contrato de dezenas de milhões de reais.

Fez bem o presidente do STF, Edson Fachin, ao retirar o pedido de Moraes do inquérito de exceção e ao exigir dele e de Mendonça, do diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, explicações sobre aspectos formais e substanciais dos casos. Fachin tenta reintroduzir o império dos ritos e protocolos num terreno que ameaça descambar para o vandalismo.

O que está em jogo é uma instituição vital da República, o Supremo Tribunal Federal. A crise passou do ponto de ser administrável por pactos pessoais e oligárquicos de impunidade. O mal-estar é tamanho que apenas um processo sóbrio e profundo de prestação de contas e responsabilização poderá aplacá-lo.

Enamed: reta final terá revisão gratuita, lives e IA para conferir resultados


Programação gratuita reúne cinco dias de revisão, conteúdos com professores de diferentes especialidades, transmissão no dia do exame e ferramenta para acompanhamento individual do desempenho


Estudantes de Medicina de todo o país que participarão do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), no próximo dia 13 de setembro, poderão conferir seus resultados gratuitamente, logo após saírem da prova. A ferramenta inédita Afya Gabarita utiliza inteligência artificial e fontes de dados médicos para apresentar pelo WhatsApp uma primeira estimativa de desempenho, que posteriormente será atualizada a partir da revisão de professores de Medicina da Afya e, por fim, do gabarito oficial divulgado pelo Inep/ MEC.

A iniciativa da Afya, maior ecossistema de educação e soluções para prática médica do Brasil, integra uma programação gratuita voltada a estudantes de qualquer instituição de ensino que se preparam para o exame e inclui ainda cinco dias de revisão antes da prova e uma transmissão especial no próprio domingo (13), com orientações, primeiras impressões e correção das questões por professores de diferentes especialidades médicas.

“Como ecossistema, temos a possibilidade de conectar inovação a toda a jornada médica, da graduação à educação continuada e à prática profissional, transformando tecnologia em soluções que efetivamente apoiem médicos e estudantes”, afirma Gustavo Meirelles, vice-presidente Médico e de Relações Institucionais da Afya.

As iniciativas para a reta final se somam ao trabalho de preparação desenvolvido ao longo do ano com os estudantes das 32 unidades de graduação de Medicina da Afya. “Nosso compromisso é oferecer uma formação médica de excelência, que prepare profissionais para os desafios da Medicina contemporânea. Desde fevereiro, nossos estudantes têm se dedicado intensamente ao Enamed, com simulados quinzenais que reproduzem o formato, a duração e as condições da prova. Esse trabalho contínuo faz com que cheguem confiantes para o exame”, destaca Érico Ribeiro, vice-presidente de Graduação.

Gabarito logo após a prova

A proposta do Afya Gabarita é permitir que o estudante confira seu número estimado de acertos após o exame e acompanhe a atualização da correção à medida que novas análises estiverem disponíveis. Após concluir a prova, o participante poderá acessar gratuitamente a ferramenta pelo WhatsApp e informar suas respostas, seja por meio de uma foto da folha de prova ou de uma folha na qual tenha anotado as alternativas assinaladas, com indicações como “1-A; 2-D; 3-C”.

A primeira devolutiva será feita logo após o envio, a partir do cruzamento das questões com um banco de dados médicos por meio de inteligência artificial, gerando uma estimativa inicial do número de acertos. Ainda no domingo (13), o estudante receberá uma segunda atualização, após uma nova validação com base no gabarito revisado por professores de Medicina da Afya.

A jornada será concluída na terça-feira (15), após a divulgação do gabarito oficial, quando a ferramenta enviará uma terceira atualização com o número de acertos calculado a partir das respostas oficiais do Inep.

No domingo (13), a Afya também realizará ativações externas presenciais nas suas unidades de graduação que sediarão a prova. Qualquer participante, seja ou não aluno da instituição, poderá retirar gratuitamente uma folha para anotar suas respostas, acompanhada de QR Code para acesso ao Afya Gabarita. O envio não precisará ser feito imediatamente após a saída do exame: o estudante poderá acessar a ferramenta e encaminhar suas respostas posteriormente, inclusive de casa, sem prejuízo das etapas de atualização previstas.

Cinco dias de revisão antes do Enamed

Além de acompanhar os resultados com o Afya Gabarita, entre 7 e 11 de setembro, estudantes de Medicina de qualquer instituição de ensino do Brasil poderão acompanhar gratuitamente uma semana de revisão com 10 horas de conteúdo distribuídas ao longo de cinco dias.

A programação reúne sete professores e contempla as cinco grandes áreas da formação médica cobradas no exame: Clínica Médica, Cirurgia, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia e Saúde Coletiva. As transmissões começam às 19h, no canal oficial da Afya no YouTube.

“Na reta final, mais do que tentar absorver novos conteúdos, é importante que o estudante consiga organizar o conhecimento já construído e identificar os pontos que ainda precisam de atenção. A revisão ajuda justamente nesse processo, retomando temas essenciais e oferecendo mais segurança para a realização da prova”, explica Luiz Claudio Pereira, diretor acadêmico de Graduação. 

Live acompanha estudantes depois da prova

No domingo (13), dia do exame, a programação continuará com uma transmissão especial. A superlive terá início antes do horário de término da prova, às 17h20, com um bate-papo sobre as primeiras impressões do exame, e seguirá com a análise, correção e resolução das questões ao vivo.

A transmissão reunirá 10 professores de Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria, Cirurgia e Saúde Coletiva, entre outras áreas, e poderá ser acompanhada gratuitamente pelos canais digitais da Afya, Medcel, Medcel Revalida e Mentoria Residência. 

Serviço

Semana de revisão para o Enamed, SuperLive e Afya Gabarita

Data: 7 a 13 de setembro (gratuito)

Mais informações na página: 

https://info.medcel.com.br/central-da-prova-r1/?utm_source=pr&utm_medium=imprensa&utm_campaign=lp_central_da_prova_r1 

Presença na Paraíba

Na Paraíba, o grupo mantém a Afya Paraíba, unidade de graduação localizada em Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa. Integrante da rede nacional da Afya, a instituição contribui para a formação de novos médicos no estado e para a preparação dos estudantes em diferentes etapas da trajetória acadêmica.

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.768 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC, com mais de 26 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq, em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023), como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025), como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz do ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Casa Durval Paiva participa da 31ª edição da Multifeira Brasil Mostra Brasil

 

Entre os dias 04 e 13 de setembro, a Casa Durval Paiva participará da 31ª edição Multifeira Brasil Mostra Brasil, realizada no Centro de Convenções. Na ocasião, serão expostos produtos feitos por mães e acompanhantes da CDP, na Casa dos Ofícios.

A Multifeira é consagrada pelas diversas opções de produtos expostos. Com expositores nacionais e internacionais, são inúmeros segmentos representados, entre eles móveis, roupas, eletrônicos, artigos de decoração, moda, utilidades domésticas, calçados, eletrodomésticos, artesanato, automóveis, saúde, educação, dentre outros.

Conheça todas ações e projetos da Casa Durval Paiva, a instituição fica localizada na Rua Professor Clementino Câmara, 234 – Barro Vermelho, pelo 4006.1600 ou nas redes sociais (@casadurvalpaiva).

At.te

Michelle Phiffer

Pesquisa Perfil/BG mostra Zenaide na liderança para o Senado em empate técnico


A senadora Zenaide (PSD) aparece liderando a corrida eleitoral para o Senado, em empate técnico com Styvenson Valentim (Podemos) na pesquisa do Instituto Perfil, realizada em parceria com o Blog do BG, divulgada nesta quinta-feira (3).

Na soma dos dois votos, Styvenson aparece com 15,25% e Zenaide com 12,81%. Levando-se em consideração a margem de erro, de 2,45 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. O resultado coloca Zenaide novamente entre os nomes que disputam diretamente a liderança da corrida pelo Senado.

Em seguida vêm Samanda de Lula (PT) com 6,94%, Rafael Motta (PDT) com 6,15%, Coronel Hélio (PL) com 4,28%, Tércio Tinôco (União Brasil) com 1,09%, Sandro Pimentel (PSOL) com 1,03%, Rosália Fernandes (PSTU) com 0,78%, Professor Guilherme (UP) com 0,63%, Sônia Godeiro (PSOL) com 0,59%, Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR) e Luciana Mandu (PSTU), ambos com 0,28%, Gari Wendell Batista (AGIR) com 0,13% e Linhares Jibóia (DC) com 0,03%.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.

Álvaro Dias (PL) impôs o ritmo do debate da 98 FM/Jovem Pan e deixou os adversários na defensiva

 Álvaro Dias (PL) impôs o ritmo do debate da 98 FM/Jovem Pan e deixou os adversários na defensiva. Cobrou de Allyson Bezerra (União Brasil) explicações sobre a Operação Mederi, questionou a ligação de Cadu Xavier (PT) com o governo Fátima Bezerra e apresentou propostas associadas a obras realizadas durante sua gestão em Natal.

O momento mais duro ocorreu na cobrança sobre a Operação Mederi, investigação da Polícia Federal sobre suposto esquema envolvendo contratos de medicamentos em Mossoró. Álvaro citou indícios apontados pela PF e questionou Allyson sobre a investigação. “O senhor precisa explicar os desvios de medicamentos em Mossoró. Pela matemática de Mossoró, menos da metade dos medicamentos comprados era entregue”, afirmou. Em seguida, voltou à carga: “O senhor não se envergonha de estar sendo investigado pela Polícia Federal? Fale a verdade. O senhor está mentindo. O senhor é um candidato de fantasia.”
Com Cadu, o confronto foi político. Álvaro ironizou a identificação do petista com o governo estadual: “O senhor deveria ter adotado o nome Cadu de Fátima”. Em contraponto às críticas, afirmou que sua gestão terminou seis anos com 600 obras concluídas.
Entre as realizações, destacou a engorda de Ponta Negra, a Escola Municipal Padre Tiago Theisen, em tempo integral, e o Hospital Municipal de Natal, que classificou como o maior investimento da história da saúde pública da capital. Na segurança, defendeu o fortalecimento das forças policiais e o combate às facções. Também citou a revisão do Plano Diretor como medida que, segundo ele, ajudou a destravar investimentos. Ao final, Álvaro apresentou sua gestão em Natal como referência para o projeto de governar o Rio Grande do Norte.
•Crédito da foto: Gabriel Leite/98FM*
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JAIR SAMPAIO.

Nikolas confirma contatos com Vorcaro, mas nega irregularidades: “Nunca recebi nenhum tostão”



Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) confirmou à CNN ter conversado com Daniel Vorcaro, mas negou manter qualquer relação com o empresário ou ter recebido dinheiro dele.

“Falei com ele algumas vezes, mas tenho zero relação. Nunca vi ele pessoalmente”, afirmou.

Nikolas enviou mensagens a Vorcaro, em março de 2025, para pedir a liberação de um “ativo de minério” que envolveria um ex-assessor de seu gabinete. De acordo com o deputado, a intermediação não avançou.

Áudios obtidos pela Polícia Federal mostram que Nikolas procurou Vorcaro e chegou a sugerir um encontro entre os dois, que nunca ocorreu.

O parlamentar também afirmou que não há nas mensagens qualquer conteúdo criminoso ou imoral e reforçou: “Nunca recebi nenhum tostão de Vorcaro”.

Defensora histórica dos direitos da classe trabalhadora do Rio Grande do Norte e de todo o país, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN)

 Defensora histórica dos direitos da classe trabalhadora do Rio Grande do Norte e de todo o país, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) ocupou a primeira fileira da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira (02), para defender de forma incisiva a aprovação do fim da escala de trabalho de seis dias por semana, a chamada escala 6x1.

Durante sua intervenção, a parlamentar classificou o modelo atual como um “feudalismo” moderno e destacou o impacto “desumano e cruel” da jornada exaustiva sobre pais e mães que sustentam as famílias brasileiras, além crianças e idosos que precisam de cuidados. Ela criticou a oposição ao texto, resgatando o precedente em que previsões catastrofistas de desemprego em massa não se confirmaram após a ampliação de direitos trabalhistas.
“Tem algo aqui em comum, que todos pensam de forma igual: a escala 6x1 é cruel, desumana com mães, pais e com crianças e idosos que precisam de cuidados. O fim da escala 6x1 é uma decisão histórica para o Parlamento Brasileiro e vem na esteira dos avanços como a PEC das domésticas”, afirmou a senadora, manifestando seu posicionamento ao dar entrevista coletiva à imprensa nacional durante a votação da CCJ.
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colegas senador e a todos que
estão nos assistindo. Tem algo