Segundo a Folha de S.Paulo, a aproximação com Frias abriu espaço para Karina em projetos do campo conservador. Suas empresas passaram a receber dinheiro de campanhas do PL, incluindo a do próprio deputado, além de verbas de emendas parlamentares.
Um dos maiores contratos envolvendo a empresária veio de um chamamento público de R$ 108 milhões da Prefeitura de São Paulo para levar wi-fi a comunidades carentes. O acordo está sob investigação do Ministério Público e da Polícia Civil, que realizou buscas em endereços ligados a Karina em junho.
Antes de 2020, Karina tinha uma empresa individual aberta com capital de R$ 1 mil. Hoje, está à frente de pelo menos seis empreendimentos, com atuação da cultura à construção civil.
Karina afirmou à coluna Mônica Bergamo que os recursos foram aplicados corretamente e, ao comentar a possibilidade de delação, declarou: “Não tenho nada para delatar”.
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