A categoria cobra 60% de reposição das perdas salariais, unificação das carreiras e isonomia salarial. A greve foi aprovada em assembleia realizada na última segunda-feira (3), após a entidade apontar falta de avanços nas negociações com a gestão municipal.
Segundo o Sinte-RN, a Secretaria Municipal de Educação de Natal (SME) foi oficialmente comunicada sobre a paralisação por meio de ofício protocolado na terça-feira (4). No documento, o sindicato informou que a possibilidade de greve já havia sido comunicada à Prefeitura em fevereiro, quando a categoria aderiu ao estado de greve.
O ofício também relembra que, em assembleia realizada em 16 de julho, os trabalhadores decidiram avaliar a deflagração da greve em 3 de agosto caso não houvesse respostas concretas da gestão municipal às reivindicações apresentadas.
Segundo o Sinte-RN, a audiência realizada em 27 de julho não apresentou propostas para solucionar os pontos da pauta. A entidade também afirma que uma reunião com a Procuradoria-Geral do Município, prevista para discutir a isonomia salarial, não ocorreu.
Com informações de Tribuna do Norte
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