Segundo a investigação, o primeiro caso envolve uma estudante que participava de um projeto de extensão coordenado pelo professor. Familiares e colegas relataram que ela ficou emocionalmente abalada e apontaram comportamentos considerados invasivos e abordagens diferenciadas por parte do maestro.
No segundo inquérito, a polícia afirma que Yatsugafu teria impedido duas musicistas de deixarem uma sala por cerca de três minutos durante uma reunião, em novembro de 2025. Elas teriam buscado abrigo em outro espaço da universidade, onde foram encontradas nervosas e abaladas.
O professor negou todas as acusações e afirmou que a reunião tratava apenas de assuntos do projeto musical. Os dois inquéritos foram concluídos e encaminhados ao Judiciário e ao Ministério Público.
A defesa de Oliver Yatsugafu não foi localizada. O espaço permanece aberto para manifestação.
portal grande pnto.
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