quarta-feira, 6 de maio de 2026

Técnica que acusa Magno Malta de agressão pede afastamento de hospital

 


CRÉDITOS. REPRODUÇÃO.

A técnica de enfermagem que acusa o senador Magno Malta (PL-ES) de agressão durante exame médico pediu afastamento do trabalho.

O que aconteceu

Profissional foi afastada das atividades por recomendação médica. A informação foi confirmada pela assessoria do Hospital DF Star, de Brasília, onde ela trabalha.

O hospital informa que a técnica de enfermagem encontra-se afastada de suas atividades por recomendação de seu médico particular.
Hospital DF Star, em nota enviada ao UOL.

Técnica denunciou que agressão teria ocorrido durante procedimento médico realizado pelo senador, que está internado. Malta foi hospitalizado no DF Star na quinta-feira passada, após sofrer um mal súbito no Senado.

Profissional teria sido xingada e agredida com um tapa forte no rosto. As agressões teriam ocorrido após a preparação do senador para a injeção de um contraste na veia, quando houve uma interrupção no procedimento. Foi constatado que a substância extravasou, situação que exigiria a aplicação de pressão sobre o braço.

Senador afirma que é falsa a acusação de agressão e que foram solicitadas as imagens da sala de exames. Os advogados de Magno Malta destacaram que ele foi vítima de uma falha técnica no exame que lhe causou dores intensas.

O parlamentar gravou um vídeo de dentro do hospital para as redes sociais pedindo para que seus apoiadores não caiam em fake news. Na publicação, o senador mostra um médico pedindo desculpas e dizendo que o caso será investigado.

Magno Malta também afirmou que esse tipo de intercorrência pode provocar dor intensa. "Causa estranheza que a profissional envolvida tenha buscado registrar versão própria dos fatos, em evidente atitude defensiva diante da possibilidade de responsabilização pelo grave ocorrido", diz comunicado divulgado pelo senador.

O hospital informou que abriu uma apuração administrativa para investigar o caso e que está prestando suporte à funcionária. O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal também repudiou o acontecimento.

Fonte: UOL


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