Com foco em deixar um legado socioambiental além da mineração, projeto da Aura abrange a reposição florestal de 75 hectares em áreas vulneráveis à desertificação
Currais Novos, abril de 2026 – No Dia Nacional da Caatinga, celebrado em 28 de abril, a Aura avança em um plano que tem um significado prático e transformador no semiárido do Rio Grande do Norte. A unidade Borborema da Companhia, em Currais Novos (RN), conduz um robusto plano de reposição florestal na área da Fazenda Jesus Maria, localizada na cidade, com a meta de plantar 105.213 mudas de espécies nativas do bioma ao longo de 2026.
O projeto mira a revitalização de uma região historicamente suscetível no mapa da desertificação. A iniciativa faz parte de um plano de três anos que prevê a recuperação de 75 hectares de áreas vulneráveis até o final de 2026, com aproximadamente 25% do plantio já realizado até abril. A área total do imóvel preservada pela companhia compreende 513 hectares.
Na prática, o trabalho reverte a degradação e traz de volta a biodiversidade. A recomposição já permite observar o retorno da flora nativa, o cultivo de espécies e o reaparecimento de animais silvestres. Além disso, todo o processo de plantio e manutenção da área utiliza mão de obra da própria comunidade local, chegando a gerar até 20 empregos no período de implantação e fomentando a economia da região, premissa da companhia.
Para quem atua na linha de frente, a transformação da paisagem tem um impacto que vai além dos números. Higo Costa, analista ambiental da Aura Borborema, acompanha de perto o projeto e ressalta o significado pessoal e profissional da iniciativa.
“Eu sou Gilberto Luiz da Silva, da comunidade Cruz, aqui pertinho do projeto. Trabalho no reflorestamento da Aura e para mim é uma alegria grande. A gente vê a terra mudando, ficando mais verde, e dá um orgulho danado saber que está ajudando a cuidar do lugar da gente”.
"Para nós, o trabalho é muito maior do que plantar árvores. Estamos trazendo a vida de volta ao bioma. Acompanhar diariamente a recomposição dessa área, ver o solo se recuperar e testemunhar o retorno da nossa fauna e flora nativas traz uma emoção muito profunda. É a prova de que podemos fazer mineração com cuidado verdadeiro pela nossa terra", destaca Higo.
A visão de longo prazo da Aura Minerals para a Fazenda Jesus Maria é transformar a área preservada em um verdadeiro espaço de referência na conscientização sobre a riqueza da fauna e flora locais, promovendo educação sobre a preservação da Caatinga para a comunidade, escolas e futuras gerações do Seridó Potiguar. A reposição florestal é um exemplo que reflete a Cultura Aura 360, que busca gerar um legado real de recuperação ambiental e social nas regiões onde atua por meio de ações que vão além da legislação exigida. O objetivo é a transformação efetiva do território com a construção de benefícios duradouros para comunidades e ecossistemas locais.
O compromisso com o bioma e com o combate à desertificação soma-se a outras inovações de destaque global da unidade Borborema, como o investimento de R$ 48,4 milhões em uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). A ETE resolveu um passivo sanitário histórico do município e garantiu que 100% da água utilizada na planta industrial seja de reúso, sem competir por água potável com as comunidades do semiárido
Sobre a Aura
A Aura é uma empresa focada no desenvolvimento e operação de projetos de ouro e metais básicos nas Américas. A Companhia possui seis minas em operação, incluindo a mina de ouro Minosa, em Honduras, as minas de ouro Apoena, Almas, Borborema e Mineração Serra Grande no Brasil, e a mina de cobre-ouro-prata Aranzazu no México. Além disso, a Companhia possui Era Dorada, um projeto de ouro na Guatemala; e três projetos no Brasil: Matupá, que está em desenvolvimento; São Francisco, que está em cuidado e manutenção; e o projeto de cobre Carajás na região de Carajás, na fase de exploração.
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