Foto: Andressa Anholete/Senado
O presidente da CPMI que investiga fraudes no INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta segunda-feira (2) que foi legítima a votação que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). Segundo ele, não houve erro no procedimento.
“Não houve nenhum erro na votação, está muito claro que seguimos o Regimento o tempo inteiro”, declarou. A votação ocorreu na quinta-feira (26) e terminou em tumulto, após parlamentares governistas questionarem a contagem dos votos e o formato adotado.
De acordo com Viana, a votação em bloco foi solicitada pelo próprio governo, com base no Regimento. Ele também afirmou que a verificação de quórum passou a valer pelo painel eletrônico de presença, que registrou 31 parlamentares no momento da deliberação.
Já o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) apresentou questão de ordem pedindo a anulação do resultado e disse ter formalizado à Mesa Diretora um comunicado “a respeito da fraude”.
“As imagens, as fotos oficiais, bem como a declaração assinada, são provas inequívocas de que ocorreu uma fraude. Houve uma decisão de fraudar a decisão. Não foi erro, fraudaram, por má-fé, por opção do presidente”, afirmou.
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