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A decisão do ministro Andre Mendonca, do Supremo Tribunal Federal, aponta que o grupo ligado ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, acessava dados restritos da Policia Federal, do Ministerio Publico Federal e até de organismos internacionais, como Federal Bureau of Investigation e Interpol. Com informações de CNN Brasil.
Segundo a investigação, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como coordenador da estrutura chamada “A Turma”, realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos. A PF afirma que o esquema era dividido em núcleos, incluindo um de “intimidação e obstrução de justiça”, voltado ao monitoramento de adversários, jornalistas e autoridades.
Também tiveram prisão decretada Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro, e Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado apontado como líder operacional do grupo.
Defesa
Em nota, a defesa de Vorcaro negou as acusações, afirmou que ele sempre colaborou com as investigações e declarou confiar no devido processo legal e no esclarecimento dos fatos.
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