sábado, 29 de novembro de 2025

Madrasta concretou menina após ela fazer xixi na cama, diz pai

 


CRÉDITOS. REPRODUÇÃO.

A investigação sobre a morte da menina Emanuelly, de 4 anos, revelou detalhes ainda mais chocantes após o depoimento do pai, Lucas Silva Souza, 29. Ele afirmou à Polícia Civil que a filha foi morta pela madrasta, Manoela Cristina César, 34, após “fazer xixi na cama”. Segundo ele, a discussão levou a agressões fatais, seguidas de esquartejamento e ocultação do corpo, enterrado com concreto no quintal da casa, em Guarulhos (SP).

Ambos estão presos preventivamente por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, nesta sexta-feira (28/11).

Lucas contou que, ao voltar do trabalho em 15 de setembro, encontrou a filha “gelada” no sofá. Disse que Manoela admitiu ter brigado com a criança e, depois, confessado o homicídio. Ele afirmou ainda que o esquartejamento foi decidido “em comum acordo” e que Manoela executou os cortes enquanto ele “assistia e auxiliava”. O corpo foi enterrado na varanda e coberto com concreto. Levado ao local, Lucas mostrou onde estava o cadáver soterrado.

A madrasta, porém, deu outra versão. Disse que Emanuelly ainda respirava quando Lucas chegou e que foi o pai quem sugeriu se desfazer do corpo. Ela admitiu ajudar a ocultar o cadáver, mas negou ter esquartejado a menina e evitou responder sobre agressões: “Não vou falar porque a gente já vai pegar cadeia mesmo”.

O caso veio à tona após a mãe da criança, Gabriella Cardoso Lourenço da Silva, procurar o Conselho Tutelar relatando agressões anteriores cometidas por Lucas. Confrontado com versões contraditórias, ele admitiu que a filha estava morta.

Consultas da polícia mostraram que Lucas tem histórico de violência: registros por maus-tratos, lesão corporal, ameaça e injúria. A Polícia Civil classificou o crime como homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A prisão preventiva de ambos foi pedida pelo 4º DP de Guarulhos e confirmada pela Justiça.

Fonte: Portal Grande Ponto

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